A volta do projeto "Música no Campus" da UFG este ano veio com tudo. O grande nome da vez foi Criolo, cantor considerado grande revelação e que estourou no ano passado em todo o Brasil, ganhando inclusive muitos prêmios importantes no cenário nacional. Partindo do hip-hop, Criolo soube ampliar suas influências musicais e abranger vários ritmos e sons diferentes, e tudo isto resultou num show diversificado e uma explosão sonora. Com lotação máxima, Criolo se demonstrou altamente empolgado, pulando, dançando e gritando o tempo todo, o que contagiou ainda mais o grande público presente.
29 de mar. de 2012
25 de mar. de 2012
Os Demônios de Loudun

17 de mar. de 2012
Pela Valorização do Professor

A greve da educação é um sintoma do péssimo tratamento que o governo dá ao tema Educação em nosso estado. É fácil perceber isto quando vemos a situação de certas escolas por aqui. Má conservação, equipamentos sucateados, e pra piorar, uma total ausência de valorização de seus profissionais. Salários baixos, que fazem com que os professores tenham que acumular dois, três períodos para complementar e conseguir uma boa renda. E pra piorar, o governo de Goiás ainda aprova uma lei que praticamente acaba com as gratificações pra quem tem mestrado e doutorado, desincentivando mais ainda o professor a continuar estudando e se aperfeiçoando.
11 de mar. de 2012
Nasi em Goiânia
Este ano o DCE da UFG recebeu seus calouros em grande estilo. A tradicional Calourada da UFG, realizada ontem no Centro de Cultura e Eventos, que fica no Campus II da universidade trouxe um dos grandes nomes do rock nacional: Nasi, que pra quem não conhece (será que isso é possível?) foi responsável por uma das melhores bandas de rock dos anos 80, o IRA!
3 de mar. de 2012
O Direito à Preguiça
A sociedade moderna se cobre de mitos para controlar a ideologia das massas. Um deles é o mito do trabalho. Desde pequeno somos educados para valorizar o trabalho, sempre ouvimos frases como "O trabalho dignifica o homem". Assim, numa época em que a revolução tecnológica, ao invés de gerar empregos como a revolução industrial o fez, gera o desemprego, substituindo milhares de trabalhadores por máquinas, fica difícil conciliar a necessidade do trabalho com a realidade. Nas campanhas presidenciais, as principais promessas geram em torno do emprego, que é a principal reivindicação da população em geral.
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