12 de ago de 2012

Os maiores pais do cinema

Neste dia dos pais resolvi fazer um post especial pra homenagear a todos estes que se dedicam e se esforçam pra educar seus rebentos e garantir que não saiam por aí roubando, se drogando ou compondo música sertaneja. Como um dos tópicos mais abordados em nosso blog é sobre cinema, nada melhor do que reunir aqui os maiores pais que já passaram pelas telonas e que acabaram marcando a história do cinema (e a minha também).



1. O pai ausente

Pra começar, nada melhor do que homenagear aqueles pais que apenas registram o filho, mas nem querem saber deles, se separam e deixam o filho morando com a mãe e não tem mais tempo de ir visitá-los ou sem sabem que seu filho existem mesmo. Darth Vader é o pai do século nesta categoria. Ocupado com a difícil tarefa de dominar o mundo, reprimir as investidas dos rebeldes e construir sua estrela da morte, não lhe sobrava tempo nem para contar ao seu querido Luke que ele era seu pai na verdade. Luke fica revoltado quando descobre que seu pai é o maior vilão da terra (mais ou menos como se você descobrisse que seu pai é o Carlinhos Cachoeira), mas no final os dois se reconciliam com o paizão salvando o filho das garras de seu próprio mestre, numa demonstração de que a paternidade é maior do que toda a maldade do mundo. 


2. O pai postiço

Quem nunca teve aquele tio ou padrinho que considerava quase como um pai? Pra uma criança órfã então, uma figura masculina muitas vezes chega a ser o pai que nunca se teve mesmo. Mas e se esse pai postiço fosse uma máquina? É mais ou menos o que podemos considerar no caso do Exterminador do Futuro 2. Enviado ao passado para proteger o jovem John Connor, o andróide T-101, interpretado pelo Arnoldão Shuarzenéger, os dois acabam criando uma relação quase de pai e filho, uma vez que John era órfão, e vê no robô talvez o pai que ele nunca teve. Uma das cenas mais dramáticas do filme é quando o exterminador resolve se matar para destruir o outro robô que os perseguiam, e John chora copiosamente para que ele não faça isso. Definitivamente esta é a maior prova: pai é quem cria. 


3. O pai psicopata

Tem também aquele pai que gosta sempre de sair pra tomar uma cervejinha, volta pra casa chapado e acorda todo mundo pra brigar. Ou então chega nas festas e fica dando vexame na frente de todo mundo. Maior enriquecedor de analistas e psiquiatras, este tipo de pai foi muito bem representado pelo psicopata Jack Nicholson no clássico filme de Stephen King, O Iluminado. Sozinho com a família em um hotel no inverno, o mesmo começa a falar com fantasmas e aos poucos vai se tornando, digamos, um pouco fora de si. Até que chega o momento em que ele surta de vez e passa a correr atrás da mulher e do filho com um machado pela casa, que tem que se esconder pra não virar picadinho nas mãos do pai alucinado. Um verdadeiro exemplo de fraternidade. 


4. O pai exemplar

Por último tem aquele pai exemplar, que acompanha o filho em todas as suas aventuras, sempre protegendo-o e educando. É o caso do nosso grande Indiana Jones, que sempre se mete nas maiores confusões. Em um dos filmes ele é acompanhado de seu pai, interpretado por Sean Connery (que na época interpretava o 007). Quem melhor pra ser o pai de um grande aventureiro do que um grande espião? Casamento perfeito, e no filme a química entre pai e filho é tão perfeita que até parece que os dois tem o mesmo sangue na vida real. Henry Jones, pai do Indiana, no filme também é um pesquisador e professor que é contratado pelos nazistas para um serviço, mas acaba se metendo em encrenca e tendo de ser resgatado pelo filho. Uma ótima história para um dia dos pais, não acham?

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